Radar Perene / artigos
A enciclopédia dos regimes
O arquivo do Radar lido como uma enciclopédia: o que a leitura registrou num momento de regime — e o que o mercado fez depois. Sem previsão, sem chamada de compra. Apenas o extremo, com data, e o veredito honesto do que veio em seguida.
Os marquees — os grandes regimes
- 2022 — a casa às escurasA casa às escuras: o fundo da estrutura no fim de 2022 precedeu um ano de discordânciaEm dezembro de 2022, ao fim de um ano eleitoral, a estrutura de mercado inteira se contraiu sobre si mesma.
- 2025A febre de 2025 — quando a euforia desceu para encontrar a estruturaPor quatro meses, a bolsa brasileira viveu uma cisão: um humor de mercado cravado no otimismo extremo enquanto a estrutura por baixo dela descrevia um…
- 2018 — caminhoneiros e eleiçãoA greve dos caminhoneiros de 2018: o dinheiro voltou antes da fé — e antes da mancheteEm maio de 2018, a paralisação dos caminhoneiros parou o país, somada ao estresse dos emergentes e à incerteza eleitoral.
- 2011 — crise europeiaA crise europeia de 2011 chegou ao Brasil como discórdia, não como colapsoNo segundo semestre de 2011, a crise da dívida europeia sacudiu o mundo.
- 2024Dois relógios marcando horas diferentes: dezembro de 2024Dezembro de 2024 fechou o ano com o painel do Radar contando duas histórias incompatíveis.
- 2016 — o fundoO fundo de 2016: a estrutura virou antes do humor — e muito antes dos jurosEm março de 2016, os preços relativos da bolsa inverteram de sinal enquanto o noticiário ainda era sombrio.
- COVID — março de 2020O que aconteceu depois que o medo precificou tudoEm março de 2020, o Radar registrou o humor doméstico no fundo absoluto da escala Ânima.
- 2015 — os três alarmesOs três alarmes de agosto de 2015 — e o fundo que não era fundoEm agosto de 2015, o Radar registrou algo raro: os três alarmes da casa tocaram juntos.
- 2013 — taper tantrumO taper tantrum de 2013: o susto importado que o regime brasileiro absorveuEm meados de 2013, o Federal Reserve sinalizou que reduziria seus estímulos, e os mercados emergentes entraram em estresse — o real perdeu força junto.
Por família de regime
2011 — crise europeia
- MarqueeA crise europeia de 2011 chegou ao Brasil como discórdia, não como colapso
- DerivadoA convergência pelo lado otimista: maio/2012, os relógios batem juntos
- DerivadoQuando os termômetros discordam: apetite alto, estrutura defensiva
- Comparativo2011 × 2013: dois sustos importados, duas absorções diferentes
2013 — taper tantrum
- MarqueeO taper tantrum de 2013: o susto importado que o regime brasileiro absorveu
- DerivadoO alarme que não atravessou a fronteira: quando o susto é externo e o regime fica de pé
- DerivadoQuando o susto só encarece o dinheiro: o taper que virou Selic, não crise
- Comparativo2013 × 2024: quando o câmbio dita o tom — e o que isso faz (ou não) com o regime
2015 — os três alarmes
- MarqueeOs três alarmes de agosto de 2015 — e o fundo que não era fundo
- DerivadoA Selic travada em 14,25%: o juro que não veio socorrer
- DerivadoO fundo que não era fundo: quando o extremo de agosto ainda tinha porão
- DerivadoQuando todo defensivo lota: o refúgio caro de novembro de 2015
- ComparativoCrise de 2015 × o fundo de 2016: o que separa o pânico da inflexão
2016 — o fundo
- MarqueeO fundo de 2016: a estrutura virou antes do humor — e muito antes dos juros
- DerivadoA estrutura lidera o humor: o que 2016 ensinou sobre quem chega primeiro
- DerivadoO primeiro corte de juro: a Selic confirmou o que o mercado já tinha lido
- DerivadoQuem comprou no grito: março de 2016 e a virada que ninguém anunciou
- ComparativoFundo de 2016 × março de 2020: duas recomposições, dois relógios
2018 — caminhoneiros e eleição
- MarqueeA greve dos caminhoneiros de 2018: o dinheiro voltou antes da fé — e antes da manchete
- DerivadoCapital antes da confiança: quando o fluxo voltou e o humor ficou para trás (2018)
- DerivadoOs dois relógios pós-eleição: apetite no máximo, estrutura no fundo (dez/2018)
- Comparativo2018 × 2020: a mesma ordem — dinheiro, depois fé — em tempos diferentes
2022 — a casa às escuras
- MarqueeA casa às escuras: o fundo da estrutura no fim de 2022 precedeu um ano de discordância
- EpisódioO dezembro às avessas, em trinta dias
- EpisódioUm ano de discordância: quando o humor e a estrutura quase não concordaram
- Comparativo2022 × 2015: duas contrações domésticas lentas
2024
- MarqueeDois relógios marcando horas diferentes: dezembro de 2024
- DerivadoO câmbio que comandou: quando o dólar virou o protagonista de 2024
- DerivadoOs juros reais em anomalia: o prêmio raro do fim de 2024
2025
- MarqueeA febre de 2025 — quando a euforia desceu para encontrar a estrutura
- DerivadoA Selic a 15% e a euforia que cede
- DerivadoQuando os três eixos concordam na defesa
COVID — março de 2020
- MarqueeO que aconteceu depois que o medo precificou tudo
- DerivadoA virada de abril de 2020: os cíclicos voltam à mesa onde só havia defensivos
- DerivadoMarço de 2020 foi fundo?
- DerivadoO dólar nunca voltou: quando um extremo redefine o patamar
- DerivadoQuanto tempo leva para o humor alcançar o fluxo?
- DerivadoQuando os três relógios marcaram a mesma hora (novembro de 2020)
- ComparativoCOVID × eleições de 2022: o susto agudo e a contração lenta
- ComparativoCOVID × agosto de 2015: o mesmo diagnóstico, anatomias opostas
Navegue por personagem
Os termômetros e razões que se repetem em todo regime. Cada personagem reúne os episódios em que foi protagonista.
- Humor24 páginas
- Fluxo (apetite por risco)25 páginas
- Estrutura (intermercado)34 páginas
- Dólar17 páginas
- Juros (Selic)18 páginas
- Anomalia estatística5 páginas
- Cíclicos × defensivos14 páginas
- Commodities5 páginas
O Radar lê esses regimes todos os dias. Veja a leitura de hoje → · Como o método funciona →