Radar Perene / artigos
A enciclopédia dos regimes
◦ Textos datados até 15/07/2026 foram escritos sob a metodologia v1 dos índices; a série atual é a v2.2 (working papers com DOI). Ver metodologia.
O arquivo do Radar lido como uma enciclopédia: o que a leitura registrou num momento de regime — e o que o mercado fez depois. Sem previsão, sem chamada de compra. Comece por uma coleção, por um fenômeno de regime, ou por um personagem.
Comece por uma coleção
Explore por fenômeno de regime
- 2010 10
- 2011 — crise europeia 13
- 2012 10
- 2013 — taper tantrum 12
- 2014 13
- 2015 — os três alarmes 18
- 2016 — o fundo 16
- 2017 10
- 2018 — caminhoneiros e eleição 14
- 2019 10
- 2020 16
- 2021 10
- 2022 — a casa às escuras 14
- 2023 10
- 2024 15
- 2025 9
- Capitulação 1
- COVID — março de 2020 8
- Divergência 9
- Dólar 6
- Fundos 5
- Global 1
- Humor e fluxo 6
- Intermercado 13
- Juros 6
- Macro 5
- Método 1
- Prestação de contas 4
- Conceitos transversais 11
Ou por personagem
Os termômetros e razões que se repetem em todo regime — cada um reúne os episódios em que foi protagonista.
- Humor 51
- Fluxo (apetite por risco) 52
- Estrutura (intermercado) 51
- Dólar 34
- Juros (Selic) 45
- Anomalia estatística 46
- Cíclicos × defensivos 61
- Commodities 34
- Renda contratada 1
- Método 2
Marquees 14
- 2014A aposta única em bancos: quando o mercado escolheu um só setorReconstrua a cena a partir do que a bolsa fez, não do que ela disse.
- 2022 — a casa às escurasA casa às escuras: o fundo da estrutura no fim de 2022 precedeu um ano de discordânciaEm dezembro de 2022, ao fim de um ano eleitoral, a estrutura de mercado inteira se contraiu sobre si mesma.
- 2017Outubro de 2017: o humor cravou 69,2 enquanto a estrutura desabou para 8,2A confiança parecia inabalável. Pela primeira vez em meses, o otimismo doméstico não encontrava contrapeso — e foi quando ele cantava mais alto que o…
- 2014A euforia no topo — março/2014, quando o apetite cravou 100 e não houve continuaçãoA euforia parecia não ter teto — até encontrar o teto.
- 2025A febre de 2025 — quando a euforia desceu para encontrar a estruturaPor quatro meses, a bolsa brasileira viveu uma cisão: um humor de mercado cravado no otimismo extremo enquanto a estrutura por baixo dela descrevia um…
- 2018 — caminhoneiros e eleiçãoA greve dos caminhoneiros de 2018: o dinheiro voltou antes da fé — e antes da mancheteEm maio de 2018, a paralisação dos caminhoneiros parou o país, somada ao estresse dos emergentes e à incerteza eleitoral.
- 2011 — crise europeiaA crise europeia de 2011 chegou ao Brasil como discórdia, não como colapsoNo segundo semestre de 2011, a crise da dívida europeia sacudiu o mundo.
- 2024Dois relógios marcando horas diferentes: dezembro de 2024Dezembro de 2024 fechou o ano com o painel do Radar contando duas histórias incompatíveis.
- 2016 — o fundoO fundo de 2016: a estrutura virou antes do humor — e muito antes dos jurosEm março de 2016, os preços relativos da bolsa inverteram de sinal enquanto o noticiário ainda era sombrio.
- 2021Setembro de 2021: o humor brasileiro despencou de 43,8 para 9,4 — e o capital correu para dentro de casaO humor doméstico não cedeu — ruiu. Em setembro de 2021, o sentimento do investidor brasileiro cruzou do terço inferior, onde já vinha abatido, direto para o…
- COVID — março de 2020O que aconteceu depois que o medo precificou tudoEm março de 2020, o Radar registrou o humor doméstico no fundo absoluto da escala Ânima.
- 2015 — os três alarmesOs três alarmes de agosto de 2015 — e o fundo que não era fundoEm agosto de 2015, o Radar registrou algo raro: os três alarmes da casa tocaram juntos.
- 2010Quando o crédito perdeu a fé primeiro — maio/2010O dinheiro que empresta foi o primeiro a desconfiar.
- 2013 — taper tantrumO taper tantrum de 2013: o susto importado que o regime brasileiro absorveuEm meados de 2013, o Federal Reserve sinalizou que reduziria seus estímulos, e os mercados emergentes entraram em estresse — o real perdeu força junto.
Episódios 2
- 2022 — a casa às escurasO dezembro às avessas, em trinta diasDezembro de 2022 fechou o ano com a estrutura inteira encolhida: o intermercado no fundo absoluto da escala, o investidor abatido, o regime em risk-off…
- 2022 — a casa às escurasUm ano de discordância: quando o humor e a estrutura quase não concordaramDepois que dezembro de 2022 deixou a estrutura no fundo da escala, 2023 deveria ter sido o ano da reconciliação entre o que o investidor sente e onde o…
Comparativos 8
- 2011 — crise europeia2011 × 2013: dois sustos importados, duas absorções diferentesDois choques externos, dois anos seguidos no início da década.
- 2013 — taper tantrum2013 × 2024: quando o câmbio dita o tom — e o que isso faz (ou não) com o regimeHá episódios em que o câmbio deixa de ser coadjuvante e passa a comandar a leitura.
- 2018 — caminhoneiros e eleição2018 × 2020: a mesma ordem — dinheiro, depois fé — em tempos diferentesA greve dos caminhoneiros de 2018 e a COVID de 2020 são dois choques de naturezas distintas que deixaram o mesmo rastro no arquivo: o capital voltou antes da…
- 2022 — a casa às escuras2022 × 2015: duas contrações domésticas lentasO fim de 2022 e o ano de 2015 foram, no arquivo do Radar, dois mercados que se contraíram por dentro de casa — não por um susto vindo de fora.
- COVID — março de 2020COVID × eleições de 2022: o susto agudo e a contração lentaMarço de 2020 e dezembro de 2022 foram dois momentos em que o Radar registrou o mercado brasileiro contraído e na defensiva.
- COVID — março de 2020COVID × agosto de 2015: o mesmo diagnóstico, anatomias opostasAgosto de 2015 e março de 2020 são os dois maiores sustos do arquivo recente.
- 2015 — os três alarmesCrise de 2015 × o fundo de 2016: o que separa o pânico da inflexãoAgosto de 2015 e março de 2016 são dois retratos da mesma crise — e ambos trazem um eixo no extremo.
- 2016 — o fundoFundo de 2016 × março de 2020: duas recomposições, dois relógiosSão duas recomposições saídas de um fundo, e o arquivo as lê com o mesmo vocabulário.
Conceitos 11
- Conceitos transversaisO que é amplitude de mercado?Há duas perguntas escondidas em cada pregão, e o índice responde só à primeira.
- Conceitos transversaisO que é uma anomalia estatística?No Radar, uma anomalia estatística é um movimento tão fora do comum que o motor o destaca como improvável de ser apenas ruído — uma leitura muito distante da…
- Conceitos transversaisCíclicos × defensivos: o duelo que revela o apetiteDentro da bolsa, dois grupos contam histórias opostas.
- Conceitos transversaisCommodities em real: quando o câmbio move a razãoBoa parte das commodities é cotada em dólar.
- Conceitos transversaisO dólar como termômetro de regimeNo Radar, o dólar não é só um preço — é um dos termômetros mais sensíveis do regime.
- Conceitos transversaisO que é o Índice Ânima?O Índice Ânima é o termômetro de humor do Radar Perene: uma medida, de 0 a 100, do estado de ânimo do investidor doméstico.
- Conceitos transversaisO que é o Índice de Risco Perene?O Índice de Risco Perene é o termômetro de apetite do Radar: uma medida, de 0 a 100, de quanto o capital doméstico está disposto a carregar risco.
- Conceitos transversaisO que é a leitura de intermercado?A leitura de intermercado é como o Radar lê a estrutura do mercado por dentro: as razões entre classes e setores — ações cíclicas contra defensivas…
- Conceitos transversaisMudar de nível não é mudar de regimeO engano mais comum na leitura de mercado tem a forma de uma boa notícia: um termômetro dispara, e a tentação é anunciar que o tempo virou.
- Conceitos transversaisO que é renda contratada?No vocabulário do Radar, renda contratada é o bloco de ativos cuja receita não depende do humor do ciclo — ela já está assinada.
- Conceitos transversaisOs juros (Selic) no Radar: o pano de fundo dos regimesA Selic é a taxa básica de juro da economia brasileira — e, no arquivo do Radar, ela funciona como o pano de fundo lento contra o qual os regimes se…
Derivados 21
- 2011 — crise europeiaA convergência pelo lado otimista: maio/2012, os relógios batem juntosPor três meses os dois termômetros da casa apontaram para lados opostos: a confiança doméstica insistindo no risco assumido, a estrutura de intermercado…
- 2016 — o fundoA estrutura lidera o humor: o que 2016 ensinou sobre quem chega primeiroEm março de 2016 a estrutura dos preços relativos da bolsa virou primeiro.
- 2025A Selic a 15% e a euforia que cedeToda a febre de 2025 aconteceu sobre o mesmo pano de fundo: o juro doméstico no topo do ciclo.
- 2015 — os três alarmesA Selic travada em 14,25%: o juro que não veio socorrerDurante a crise de 2015, o juro básico não se mexeu.
- COVID — março de 2020A virada de abril de 2020: os cíclicos voltam à mesa onde só havia defensivosDepois do pânico de março, abril de 2020 trouxe o primeiro sinal de virada — mas só num lugar.
- 2018 — caminhoneiros e eleiçãoCapital antes da confiança: quando o fluxo voltou e o humor ficou para trás (2018)Em junho de 2018, logo depois do choque da greve, o Radar registrou uma divergência rara entre os dois lados do mesmo retrato.
- COVID — março de 2020Março de 2020 foi fundo?Em retrospecto, é tentador apontar março de 2020 como o fundo da pandemia.
- 2013 — taper tantrumO alarme que não atravessou a fronteira: quando o susto é externo e o regime fica de péEm setembro/2013, o estresse vindo de fora chegou às leituras domésticas como um afrouxamento, não como pânico.
- 2024O câmbio que comandou: quando o dólar virou o protagonista de 2024No fim de 2024, o dólar deixou de ser pano de fundo e passou a comandar a bolsa por dentro.
- COVID — março de 2020O dólar nunca voltou: quando um extremo redefine o patamarEm março de 2020, no auge do pânico, o dólar fechou a R$ 4,88 e o motor do Radar o marcou como anomalia estatística — um movimento raro demais para ser…
- 2015 — os três alarmesO fundo que não era fundo: quando o extremo de agosto ainda tinha porãoEm agosto de 2015, o Índice de Risco Perene fechou em 0,0 — o fundo absoluto da escala.
- 2016 — o fundoO primeiro corte de juro: a Selic confirmou o que o mercado já tinha lidoDurante todo o fundo de 2016, o custo do dinheiro não se mexeu.
- 2018 — caminhoneiros e eleiçãoOs dois relógios pós-eleição: apetite no máximo, estrutura no fundo (dez/2018)Dezembro de 2018 chegou com a eleição já decidida e os ânimos, em tese, esclarecidos.
- 2024Os juros reais em anomalia: o prêmio raro do fim de 2024No fim de 2024, o Radar registrou nos juros reais de mercado um dos prêmios mais raros de todo o arquivo.
- 2013 — taper tantrumQuando o susto só encarece o dinheiro: o taper que virou Selic, não criseEm setembro/2013, com os emergentes em estresse e o real pressionado pela sinalização do Federal Reserve, a pergunta natural era onde o choque cobraria seu…
- 2011 — crise europeiaQuando os termômetros discordam: apetite alto, estrutura defensivaA casa tem dois termômetros que costumam concordar.
- 2025Quando os três eixos concordam na defesaO Radar lê o mesmo mercado por três janelas: o humor de superfície, o apetite por risco e a estrutura de intermercado por baixo dos preços.
- 2015 — os três alarmesQuando todo defensivo lota: o refúgio caro de novembro de 2015Em novembro de 2015, o capital dentro da bolsa parou de discutir a intensidade do medo e passou a discutir sua geografia interna.
- COVID — março de 2020Quanto tempo leva para o humor alcançar o fluxo?Uma regularidade aparece em quase todo episódio do arquivo: o capital se move antes da confiança.
- 2016 — o fundoQuem comprou no grito: março de 2016 e a virada que ninguém anunciouEm março de 2016 o noticiário ainda era sombrio, mas por dentro da bolsa o capital fez um gesto raro.
- COVID — março de 2020Quando os três relógios marcaram a mesma hora (novembro de 2020)Durante quase todo o ano da pandemia, os três termômetros do Radar discordaram: o apetite por risco recuperava, o humor seguia no chão, a estrutura de…
Por fenômeno de regime
2010
- MarqueeQuando o crédito perdeu a fé primeiro — maio/2010
- episodioA commodity que subiu e caiu no mesmo mês — abr 2010
- episodioA festa que mudou de convidados — o colapso silencioso das commodities em junho de 2010
- episodioA liderança que o câmbio emprestou às commodities — outubro de 2010
- episodioA média dizia 78,7; a margem dizia 6,4 — abril de 2010
- episodioO ágio dos bancos esticado ao extremo — e a descida de um ano
- episodioO apetite sem endereço fixo — outubro de 2010 e a liderança que mudava de casa todo mês
- episodioO dinheiro reentra pelos bancos — e a porta se fecha num trimestre
- episodioO esticão dos cíclicos de julho de 2010 — a posição cara demais para durar
- episodioO fim de 2010: o termômetro em 100, o crédito de saída
2011 — crise europeia
- MarqueeA crise europeia de 2011 chegou ao Brasil como discórdia, não como colapso
- DerivadoA convergência pelo lado otimista: maio/2012, os relógios batem juntos
- episodioA pista que o câmbio deixou — setembro de 2011
- episodioA saída da enfermaria que não vingou — os bancos de junho de 2011
- episodioO abrigo que cobrava caro — e o ano que levou para esvaziar
- episodioO alarme que veio do preço do dinheiro, não do medo — jan/2011
- episodioO apetite que escolheu o aluguel — abril de 2011
- episodioO extremo que mudou de endereço — as commodities de 2011
- episodioO downgrade importado de agosto de 2011 — a força que era só a moeda
- episodioO mês sem líder — quando o índice engole a hierarquia
- episodioOs dois relógios começam a discordar — maio de 2011
- DerivadoQuando os termômetros discordam: apetite alto, estrutura defensiva
- Comparativo2011 × 2013: dois sustos importados, duas absorções diferentes
2012
- episodioA virada de 58 pontos de dezembro de 2012 — o apetite que voltou rápido demais
- episodioO abrigo com sotaque cambial — junho de 2012
- episodioO capital que dormiu de capacete — a trincheira das elétricas em março de 2012
- episodioO depósito que não criou raiz — outubro de 2012
- episodioO dinheiro recolhe as fichas: o recuo que tirou os cíclicos da mesa por um ano
- episodioO estímulo que não empolgou — o juro no piso e o mês que recusou o drama (set/2012)
- episodioO recuo para o concreto — a confiança marcava 97, o dinheiro já corria
- episodioOs defensivos perdem seus inquilinos — e os recuperam em três meses
- episodioQuando o medo aprendeu a render — abr/2012
- episodioQuando os dois relógios enfim batem juntos — e o acordo durou um trimestre
2013 — taper tantrum
- MarqueeO taper tantrum de 2013: o susto importado que o regime brasileiro absorveu
- episodioA aposta que cabe num só setor — bancos, fev/2013
- episodioA commodity que só rende em reais — quando o ganho era câmbio (mai/2013)
- episodioA renda fixa disfarçada perde a graça — ago. 2013, a Selic a 9%
- DerivadoO alarme que não atravessou a fronteira: quando o susto é externo e o regime fica de pé
- episodioO junho de 2013: a rua e o mercado liam países diferentes
- episodioO juro no piso, o cíclico no fundo — janeiro de 2013
- episodioO otimismo que aplaudiu sozinho — o salto de 29 pontos de outubro de 2013
- episodioOs trinta dias que desfizeram três meses — a liderança bancária de abril de 2013
- episodioQuando o medo deixou de pagar aluguel — o tijolo no piso, a confiança no topo
- DerivadoQuando o susto só encarece o dinheiro: o taper que virou Selic, não crise
- Comparativo2013 × 2024: quando o câmbio dita o tom — e o que isso faz (ou não) com o regime
2014
- MarqueeA aposta única em bancos: quando o mercado escolheu um só setor
- MarqueeA euforia no topo — março/2014, quando o apetite cravou 100 e não houve continuação
- episodioA aposta única em bancos — e o extremo que não segurou
- episodioO apetite devolve o favor aos esquecidos do balanço — jun/2014
- episodioO apetite que desabou sem um susto — setembro de 2014
- aniversarioDe 100,0 a 0,0 — e o caminho de volta que ficou pela metade
- episodioO ciclo partido ao meio — abril de 2014 e o fim das compras às cegas
- episodioO domínio que foi esquecido, não derrubado — dez 2014
- episodioO fim do reinado das commodities — a coroa caiu num mês, e o trono nunca voltou
- episodioO recuo de 50 pontos que abriu um ano de solavancos — janeiro de 2014
- episodioO refúgio que durou um mês — o tombo raro do defensivo em jul/2014
- episodioO retorno dos parentes pobres de fevereiro de 2014 — o fim de uma punição, não o início de um reinado
- episodioA convicção solitária de maio de 2014 — uma aposta rara sobre apetite morno
2015 — os três alarmes
- MarqueeOs três alarmes de agosto de 2015 — e o fundo que não era fundo
- episodioSetembro de 2015: o índice de risco respirou, os bancos não
- episodioA calma que dependia do silêncio — janeiro de 2015 e o humor que desabou de uma vez
- episodioA coragem que só comprava abrigos — julho de 2015
- episodioA retirada sem destino de junho de 2015 — o capital que esvaziou o abrigo sem voltar para a chuva
- DerivadoA Selic travada em 14,25%: o juro que não veio socorrer
- aniversarioDez anos da crise de 2015: o zero que não foi o fim
- episodioO cofre vestido de commodity — julho de 2015
- episodioO salto de 50 pontos que mentiu — dezembro de 2015
- DerivadoO fundo que não era fundo: quando o extremo de agosto ainda tinha porão
- episodioO gesto adianta a fala — a defesa silenciosa de março de 2015
- episodioO prêmio da commodity que o dólar pagava
- episodioO prêmio do tijolo que se desfez — e se refez antes do inverno
- episodioO primeiro alarme tocou sem barulho — maio de 2015
- DerivadoQuando todo defensivo lota: o refúgio caro de novembro de 2015
- notaA dívida pública em anomalia rara — o alarme silencioso de agosto de 2015
- ComparativoCrise de 2015 × o fundo de 2016: o que separa o pânico da inflexão
- comparacaoSelic a 14,25% e a 3,75%: o juro que não mandava no humor
2016 — o fundo
- MarqueeO fundo de 2016: a estrutura virou antes do humor — e muito antes dos juros
- episodioA calma que escondia um extremo — os cíclicos esticados como nunca, jul/2016
- DerivadoA estrutura lidera o humor: o que 2016 ensinou sobre quem chega primeiro
- episodioO alarme que a estrutura não validou — set/2016
- episodioO apetite escolhe a quem confiar — os +2,13 dos bancos em outubro de 2016
- episodioA alta de um pilar só — novembro de 2016
- episodioO humor sorria, o dinheiro já tinha trocado de abrigo — mai/2016
- episodioO endereço do medo: o prêmio recorde da previsibilidade — jan/2016
- DerivadoO primeiro corte de juro: a Selic confirmou o que o mercado já tinha lido
- episodioO punho que afrouxou sem abrir — fevereiro de 2016
- episodioO salto das commodities que era câmbio — abril de 2016
- DerivadoQuem comprou no grito: março de 2016 e a virada que ninguém anunciou
- notaO degelo que parou na superfície — o intermercado a 50,1 em agosto de 2016
- notaO salto dos bancos que mediu o medo, não o lucro
- ComparativoFundo de 2016 × março de 2020: duas recomposições, dois relógios
- comparacaoDois fundos, direções opostas — 2016 e 2022 lidos no mesmo eixo
2017
- MarqueeOutubro de 2017: o humor cravou 69,2 enquanto a estrutura desabou para 8,2
- episodioAs financeiras saem da mesa em novembro de 2017 — e o comando que nunca assentou
- episodioO abrigo vendido no fundo do medo — abril de 2017
- episodioO bastão que voltou às commodities — setembro de 2017
- episodioO capital troca de bairro — agosto de 2017 e o despejo do aluguel
- episodioO choque de maio de 2017 — o risco desabou de 49 a 7, e o humor escolheu respirar
- episodioO otimismo no teto da escala — e o lastro que faltava (dez/2017)
- episodioO humor anda em saltos, o capital em passos — julho de 2017
- episodioO juro em queda rechama os imóveis — e os dispensa meses depois
- episodioQuando tudo concorda — janeiro de 2017 e o consenso que não durou um trimestre
2018 — caminhoneiros e eleição
- MarqueeA greve dos caminhoneiros de 2018: o dinheiro voltou antes da fé — e antes da manchete
- episodioA cadeira que trocou de dono — e o exílio que durou, jan/2018
- DerivadoCapital antes da confiança: quando o fluxo voltou e o humor ficou para trás (2018)
- episodioO ciclo e os bancos na borda da escala — quando o capital correu na frente da confiança
- episodioO começo de 2018 na confiança — e os defensivos que sumiram do mapa
- episodioO encontro de julho — quando o dinheiro parou de correr e a confiança alcançou (jul/2018)
- episodioO extremo que cede sem virar de lado — quando o bolso vota diferente da boca (nov/2018)
- episodioO fluxo despencou a 5,4; a estrutura mal piscou — fevereiro de 2018
- episodioO peso muda de inquilino — agosto de 2018 e a troca sob o mesmo teto
- episodioA única voz com medo — o dólar acima de R$ 4,10 em setembro de 2018
- DerivadoOs dois relógios pós-eleição: apetite no máximo, estrutura no fundo (dez/2018)
- episodioQuando a moeda dita a colheita: o salto raro que o câmbio escreveu
- Comparativo2018 × 2020: a mesma ordem — dinheiro, depois fé — em tempos diferentes
- comparacaoÂnima × Risco Perene: oitenta pontos entre o capital e o humor
2019
- episodioA recomposição que vazava por baixo — abril de 2019
- episodioO ânimo voltou, mas o dinheiro saiu da sala — setembro de 2019
- episodioO dinheiro decidiu antes da convicção — maio de 2019
- episodioO juro no piso, o capital na adega — outubro de 2019
- episodioO medo de uma sala só — março de 2019
- episodioO meio de 2019 — quando o juro em queda virou as costas para o tijolo
- episodioO otimismo que liderou pelo abrigo — jan/2019
- episodioO pânico que o capital não comprou — agosto de 2019
- episodioO rali às vésperas da tempestade — dezembro de 2019 e a conta de −16,6%
- episodioO termômetro caro se moveu primeiro — os 35 pontos de novembro de 2019
2020
- episodioA fenda entre os dois termômetros — outubro de 2020
- episodioA inflação que ainda não tinha chegado à mesa — o salto do IGP-M de setembro de 2020
- aniversarioCinco anos do crash da COVID: o ano em que o preço voltou antes da confiança
- episodioQuando o ânimo alcançou o dinheiro — julho de 2020
- episodioO capital voltou comprando abrigo — maio de 2020
- episodioO fluxo no teto, o humor no fundo — junho de 2020
- episodioO líder cede o microfone — o rodízio escondido no topo de dezembro de 2020
- notaA Selic a 3,75% no pico do medo — quando o juro mínimo não traz alívio
- notaAs três velocidades da deterioração — o humor a 2,6, a estrutura ainda em 56,8
- notaFinanças/IBOV desaba em um mês — a marca do medo de crédito
- notaNo topo da régua: o mês em que a defesa já estava precificada — fevereiro/2020
- notaO dólar a R$ 4,88 e a régua que mede distância, não direção
- notaO salto que não era força: a razão IFIX/IBOV como termômetro de aversão
- notaA razão que sobe sem comprador — março de 2020
- comparacaoCíclicos e defensivos: quem lidera quando o medo é total — e quando o ânimo grita
- comparacaoIFIX × IBOV: quando o tijolo só sobe porque o papel desaba
2021
- MarqueeSetembro de 2021: o humor brasileiro despencou de 43,8 para 9,4 — e o capital correu para dentro de casa
- episodioA aposta cíclica no fundo da série — agosto de 2021
- episodioA euforia que trocou de cadeira — maio de 2021
- episodioO cômodo que o entusiasmo escolheu — abril de 2021
- episodioO meio de 2021 — o degrau que parecia um patamar
- episodioO primeiro aperto de 2021 — o apetite a 94 e a convicção parada em 50
- episodioO teto não se mexeu; os inquilinos, sim — outubro de 2021
- episodioOs dois deltas que pareciam virada — novembro de 2021
- episodioA bolsa que vendeu os bancos para comprar o barril — fevereiro de 2021
- notaO ágio do refúgio: as utilities só pagam quando o crescimento é posto em dúvida
2022 — a casa às escuras
- MarqueeA casa às escuras: o fundo da estrutura no fim de 2022 precedeu um ano de discordância
- episodioA liderança que ninguém comemorou — a rotação espelhada de novembro de 2022
- episodioAs três teses que pagaram juntas — e o coro que era revezamento (fev 2022)
- aniversarioDo pânico à casa às escuras: o medo que mudou de rosto de 2020 a 2022
- episodioO andar que trocou de móveis — abril de 2022
- episodioOs três abrigos caros ao mesmo tempo — e o mapa que se apagou (junho de 2022)
- episodioO choque das commodities que veio pela moeda — março de 2022
- EpisódioO dezembro às avessas, em trinta dias
- episodioO mês que desfez dois extremos — e não coroou ninguém (set/2022)
- episodioO otimismo que acendeu sozinho — agosto de 2022
- episodioO otimismo que o mundo não assinou — janeiro de 2022
- episodioO respiro de dentro que a estrutura não avalizou — jul/2022
- EpisódioUm ano de discordância: quando o humor e a estrutura quase não concordaram
- Comparativo2022 × 2015: duas contrações domésticas lentas
2023
- episodioA comemoração que os preços não assinaram — junho de 2023
- episodioO abrigo que o dinheiro não largou — setembro de 2023
- episodioO brinde solitário de julho de 2023 — o otimismo crava 84,4, a estrutura recua
- episodioO capital troca de roupa, não de casa — outubro de 2023
- episodioO abrigo que ninguém desocupou por um ano — março de 2023
- episodioO despertar que deixou as commodities para trás
- episodioO humor esfriou; o apetite evaporou — agosto de 2023
- episodioO juro no teto, e o dinheiro que preferiu esperar
- episodioO medo que os preços não compraram — fevereiro de 2023
- episodioO telegrama que o humor não leu — abril de 2023
2024
- MarqueeDois relógios marcando horas diferentes: dezembro de 2024
- episodioA debandada que esvaziou o próprio abrigo — abril de 2024
- episodioO humor que voltou sem fé — agosto de 2024
- episodioComprar o minério era fugir da economia, não apostar nela
- DerivadoO câmbio que comandou: quando o dólar virou o protagonista de 2024
- episodioO mês em que o capital comprou previsibilidade — julho de 2024
- episodioO defensivo esticado como quase nunca — e o exagero que cedeu
- episodioO medo que o dinheiro não comprou — out/2024
- episodioO recuo da maré de setembro de 2024 — e os barcos que voltaram cedo demais
- episodioO recuo que ainda não era fuga — janeiro de 2024
- episodioOs bancos deixam a cadeira de honra — e a sucessão nunca veio
- episodioOs bancos saem de cena, sem sucessor — a saída que virou queda de um ano
- DerivadoOs juros reais em anomalia: o prêmio raro do fim de 2024
- notaO dólar a R$ 6,097 e o que uma anomalia quer dizer
- comparacaoDois topos quase idênticos — e por que nenhum era força
2025
- MarqueeA febre de 2025 — quando a euforia desceu para encontrar a estrutura
- episodioA capitulação em Finanças — maio de 2025
- episodioA festa que premiou o próprio aperto — janeiro de 2025
- episodioA fraqueza que trocou de ombro sob a euforia de 92
- DerivadoA Selic a 15% e a euforia que cede
- episodioO abril de 2025 sob tarifas — o apetite gritou, o dinheiro saiu em ordem
- episodioO adversário silencioso — agosto de 2025, quando a renda fixa venceu sem atacar
- episodioO termômetro sobe, o esqueleto não se mexe — março de 2025
- DerivadoQuando os três eixos concordam na defesa
Capitulação
COVID — março de 2020
- MarqueeO que aconteceu depois que o medo precificou tudo
- DerivadoA virada de abril de 2020: os cíclicos voltam à mesa onde só havia defensivos
- DerivadoMarço de 2020 foi fundo?
- DerivadoO dólar nunca voltou: quando um extremo redefine o patamar
- DerivadoQuanto tempo leva para o humor alcançar o fluxo?
- DerivadoQuando os três relógios marcaram a mesma hora (novembro de 2020)
- ComparativoCOVID × eleições de 2022: o susto agudo e a contração lenta
- ComparativoCOVID × agosto de 2015: o mesmo diagnóstico, anatomias opostas
Divergência
- comparacaoA euforia no auge. O rombo, também.
- comparacaoDois invernos, o mesmo desencontro — nunca os mesmos relógios
- comparacaoO desacordo se repete. O desfecho, jamais o mesmo.
- comparacaoQuanto mais o ânimo sobe, mais curta fica a corda
- comparacaoO medo tocou o fundo. A estrutura, já subia.
- comparacaoO subsolo foi e voltou. O telhado nem soube.
- comparacaoO termômetro correu na frente. Depois, ficou para trás.
- comparacaoO desacordo protegia. A concordância, não.
- comparacaoO desacordo dizia tudo. A concordância, quase nada.
Dólar
- episodioO abrigo que não escolheu porto
- comparacaoO mundo comprava o Brasil que a praça vendia
- comparacaoA commodity subiu ao topo. Ninguém a comprou.
- comparacaoO câmbio escreveu os dois meses. O medo, só um.
- comparacaoA alta teve manchete. A volta, não.
- comparacaoO câmbio muda o preço de tudo. A pergunta, não.
Fundos
- episodioBarata nos múltiplos, esticada no risco
- episodioTrês meses para o mercado voltar a escolher
- comparacaoComo se reconhece um fundo: pelo que não grita
- comparacaoDuas casas no mesmo escuro. Só uma respirava.
- comparacaoO fundo não é onde o medo grita — é onde o chão para de ceder
Global
Humor e fluxo
- episodioO dia em que o humor quase tocou o zero
- episodioTrês leitores, três livros
- episodioUm eixo ficou parado. O outro foi, voltou e dobrou.
- comparacaoQuando o tombo é do humor — e quando é do capital
- comparacaoO juro sempre foi o suspeito. Dois junhos o inocentaram.
- comparacaoUm ano depois, a casa trocou os andares
Intermercado
- episodioA única razão que melhorava
- episodioA cesta que não era uma cesta
- episodioO extremo que se desfez em uma semana
- episodioO mês em que o mercado preferiu renda a ciclo
- comparacaoUm setor capitula. Ou é a régua que treme.
- comparacaoA casa aposta em si. O mundo não assina embaixo.
- comparacaoO sentido inverteu. A engrenagem, não.
- comparacaoO mesmo setor sangrou duas vezes. O humor não notou nenhuma.
- comparacaoA âncora do índice é o que mais afunda.
- comparacaoO tijolo não perdeu. Foi engolido.
- comparacaoAs commodities no topo. O minério, parado.
- comparacaoO apetite voltou. A convicção, não.
- comparacaoA queda solitária tem um culpado. A geral, não.
Juros
- episodioA Selic desceu um degrau. A casa não sentiu.
- comparacaoO dinheiro nunca esteve tão caro. O humor, nunca tão alto.
- comparacaoO juro subiu ao teto. O humor, mais alto ainda.
- comparacaoO aperto veio com euforia. O alívio, no silêncio.
- comparacaoO carrego parou de competir. Passou a puxar.
- comparacaoO mesmo juro presidiu o pânico e o apetite
Macro
- episodioA semana em que o tijolo pagou o índice
- episodioO atacado gritou antes do varejo
- episodioO barril cedeu. O atacado, não.
- comparacaoA inflação foi a anomalia. Meses depois, a deflação também.
- comparacaoA anomalia que trocou de sinal
Método
- conceitoQuando os precedentes discordam
Prestação de contas
- episodioO número extremo que não era notícia
- episodioA pergunta que abril deixou
- episodioO mês que saiu da régua
- episodioO veredito que não veio
Conceitos transversais
- ConceitoO que é amplitude de mercado?
- ConceitoO que é uma anomalia estatística?
- ConceitoCíclicos × defensivos: o duelo que revela o apetite
- ConceitoCommodities em real: quando o câmbio move a razão
- ConceitoO dólar como termômetro de regime
- ConceitoO que é o Índice Ânima?
- ConceitoO que é o Índice de Risco Perene?
- ConceitoO que é a leitura de intermercado?
- ConceitoMudar de nível não é mudar de regime
- ConceitoO que é renda contratada?
- ConceitoOs juros (Selic) no Radar: o pano de fundo dos regimes
O Radar lê esses regimes todos os dias. Veja a leitura de hoje → · Como o método funciona →
Isto é a memória do Radar. A leitura de hoje — regime, 5 lentes e os análogos do dia — está no ar, de graça.