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Personagem: Juros (Selic)
◦ Textos datados até 15/07/2026 foram escritos sob a metodologia v1 dos índices; a série atual é a v2.2 (working papers com DOI). Ver metodologia.
O preço do dinheiro é o pano de fundo de tudo — e, em alguns meses, vira o protagonista. Este é o estudo da Selic como força de regime: o primeiro corte que rechama o risco, o aperto que encarece o medo, o juro real que paga para esperar, o piso e o teto. Quando o juro lidera, ele reorganiza a casa inteira.
A Selic é a taxa básica de juro da economia brasileira — e, no arquivo do Radar, ela funciona como o pano de fundo lento contra o qual os regimes se…
Ler o verbete completo: Os juros (Selic) no Radar: o pano de fundo dos regimes →
Onde Juros (Selic) aparece
- MarqueeA casa às escuras: o fundo da estrutura no fim de 2022 precedeu um ano de discordância
- MarqueeA febre de 2025 — quando a euforia desceu para encontrar a estrutura
- MarqueeDois relógios marcando horas diferentes: dezembro de 2024
- MarqueeO fundo de 2016: a estrutura virou antes do humor — e muito antes dos juros
- MarqueeO taper tantrum de 2013: o susto importado que o regime brasileiro absorveu
- MarqueeOs três alarmes de agosto de 2015 — e o fundo que não era fundo
- MarqueeSetembro de 2021: o humor brasileiro despencou de 43,8 para 9,4 — e o capital correu para dentro de casa
- Comparativo2013 × 2024: quando o câmbio dita o tom — e o que isso faz (ou não) com o regime
- Comparativo2022 × 2015: duas contrações domésticas lentas
- ComparativoCOVID × agosto de 2015: o mesmo diagnóstico, anatomias opostas
- ComparativoCrise de 2015 × o fundo de 2016: o que separa o pânico da inflexão
- ComparativoFundo de 2016 × março de 2020: duas recomposições, dois relógios
- DerivadoA estrutura lidera o humor: o que 2016 ensinou sobre quem chega primeiro
- DerivadoA Selic a 15% e a euforia que cede
- DerivadoA Selic travada em 14,25%: o juro que não veio socorrer
- DerivadoO primeiro corte de juro: a Selic confirmou o que o mercado já tinha lido
- DerivadoOs juros reais em anomalia: o prêmio raro do fim de 2024
- DerivadoQuando o susto só encarece o dinheiro: o taper que virou Selic, não crise
- comparacaoA inflação foi a anomalia. Meses depois, a deflação também.
- episodioA renda fixa disfarçada perde a graça — ago. 2013, a Selic a 9%
- notaA Selic a 3,75% no pico do medo — quando o juro mínimo não traz alívio
- episodioA Selic desceu um degrau. A casa não sentiu.
- episodioA semana em que o tijolo pagou o índice
- episodioO abrigo que o dinheiro não largou — setembro de 2023
- episodioO adversário silencioso — agosto de 2025, quando a renda fixa venceu sem atacar
- episodioO alarme que veio do preço do dinheiro, não do medo — jan/2011
- comparacaoO aperto veio com euforia. O alívio, no silêncio.
- episodioO atacado gritou antes do varejo
- comparacaoO carrego parou de competir. Passou a puxar.
- comparacaoO dinheiro nunca esteve tão caro. O humor, nunca tão alto.
- episodioO estímulo que não empolgou — o juro no piso e o mês que recusou o drama (set/2012)
- episodioO juro em queda rechama os imóveis — e os dispensa meses depois
- episodioO juro no piso, o capital na adega — outubro de 2019
- episodioO juro no piso, o cíclico no fundo — janeiro de 2013
- episodioO juro no teto, e o dinheiro que preferiu esperar
- comparacaoO juro subiu ao teto. O humor, mais alto ainda.
- episodioO meio de 2019 — quando o juro em queda virou as costas para o tijolo
- episodioO meio de 2021 — o degrau que parecia um patamar
- episodioO mês em que o mercado preferiu renda a ciclo
- comparacaoO mesmo juro presidiu o pânico e o apetite
- episodioO número extremo que não era notícia
- episodioO primeiro aperto de 2021 — o apetite a 94 e a convicção parada em 50
- comparacaoO tijolo não perdeu. Foi engolido.
- comparacaoSelic a 14,25% e a 3,75%: o juro que não mandava no humor
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Isto é a memória do Radar. A leitura de hoje — regime, 5 lentes e os análogos do dia — está no ar, de graça.