Radar Perene
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Radar Perene / lente eleitoral

Lente Eleitoral

A Lente Eleitoral lê o ciclo regulatório das disputas — candidaturas, financiamento, prestação de contas, propaganda, julgamento. Janelas mais curtas que as demais lentes; convergência rápida; ciclos amarrados ao calendário oficial. O motor lê o TSE, o STF, atos do Congresso e a movimentação dos partidos, e devolve a trajetória dentro do tempo eleitoral, não fora dele.

Estado atual da lente

[Stress regulatório: —] · [Convergência: — fontes nas últimas —] · [Janela: —] · [Confiança: —]

O que esta lente cobre

Cinco recortes: candidaturas e inelegibilidades, financiamento de campanha, prestação de contas, propaganda eleitoral, julgamentos do TSE/STF. As janelas, em vetores eleitorais, são curtas — semanas, não trimestres — porque o calendário pressiona; o motor calibra sua leitura ao ciclo de 2026 e revisa em cada janela.

Como o Perene lê esta lente

O scoring eleitoral prioriza janelas curtas e fontes oficiais. O TSE e o STF têm peso máximo; veículos de imprensa entram como sinal de eco, não como fonte primária. A confiança contextual é gateada pelo histórico real (gate R1) — em períodos de baixa densidade, a tela mostra "em calibração".

Conceitos: Janela temporal · Convergência de fontes

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